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	<title>Clube do Vinil</title>
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	<description>Podcast Clube do Vinil - Baratos da Ribeiro</description>
	<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:37:56 +0000</pubDate>
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	<itunes:author>DJ Acaro</itunes:author>
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		<title>Rafael Marquee, Parte 4 de 4</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 10:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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Sebastián Pau é uruguaio e trabalhou no Sebo Baratos quando viveu no Rio. O gosto por LPs está no sangue – seu pai é o dono da loja Abraxas, em Buenos Aires -, e é ele quem sugere o clássico “rock lobster”, do B-52´s, para abrir o bloco. Ácaro pega carona no mesmo tubo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/rafael-marquee-4-new-wave-japonesa-300x216.jpg" alt="rafael marquee 4 new wave japonesa 300x216 Rafael Marquee, Parte 4 de 4" title="rafael-marquee-4-new-wave-japonesa" width="300" height="216" class="alignnone size-medium wp-image-568" /></p>
<p>Sebastián Pau é uruguaio e trabalhou no Sebo Baratos quando viveu no Rio. O gosto por LPs está no sangue – seu pai é o dono da loja Abraxas, em Buenos Aires -, e é ele quem sugere o clássico “rock lobster”, do B-52´s, para abrir o bloco. Ácaro pega carona no mesmo tubo e você surfa em seguida na companhia do obscuro combo new wave Dizzy &#038; The Romilars – aliás, Ácaro acabou descobrindo que o Comateens, que entra logo após, era liderado pela mesma cantora, Ramona Lee (olha a intuição do DJ aí!). Sebastián saca então uma canção do Charly Garcia gravada no Rio de Janeiro, com o Paralamas de Sucesso, africanizando o swing desta noite. Aproveitando a deixa, Ácaro dá play em Mory Kanté, um grupo africano radicado na França que fez sucesso mundial nos anos 80 - pro pessoal lembrar que houve interesse pela música africana antes da atual onda liderada pelo Vampire Weekend. Pra quebrar, um momento rock com uma canção do último disco do Sonic Youth (de 2009) e uma belíssima balada do Stranglers, “always the Sun”. Finalizando, dois reggaes tortos, primeiro com a banda espanhola Kortatu (muito inspirada no Clash, inclusive nas letras de forte teor político) e depois com a Annette Peacock (também radicalizando, mas num feminismo que irá deixar os rapazes de cabelo em pé). 39 min.</p>
<p>P.S.: roubei a imagem do site de uma rádio virtual muito bacana, a “Lágrima Psicodélica”. Visitem:<br />
<a href="http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2009_05_01_archive.html">http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2009_05_01_archive.html</a></p>
<p>Clicando abaixo, você confere o tracklist deste bloco.<br />
<span id="more-567"></span><br />
The B-52s – rock lobster (compacto, 1978)<br />
Dizzy &#038; The Romilars – foreign correspondent (Daily Dose EP, 1982?)<br />
Comateens – ghosts (Comateens, 1981)<br />
Charly Garcia (feat. Paralamas) – rap de las hormigas (Parte de la religion, 1987)<br />
Mory Kanté – Deni (Akwaba Beach, 1987)<br />
Mock &#038; Toof – beat up (single 12”, 2007)<br />
Sonic Youth – (The Eternal, 2009)<br />
The Stranglers – always the sun (Dreamtime, 1986)<br />
Kortatu – equilibrio (El estado de las cosas, 1986) < deu origem à banda Negu Gorriak, fundada em 1990<br />
Annette Peacock – my mama never taught me how to cook (X-Dreams, 1979)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/rafael-marquee-4-new-wave-japonesa-300x216.jpg" alt="rafael marquee 4 new wave japonesa 300x216 Rafael Marquee, Parte 4 de 4" title="rafael-marquee-4-new-wave-japonesa" width="300" height="216" class="alignnone size-medium wp-image-568" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;SebastiÃ¡n Pau Ã© uruguaio e trabalhou no Sebo Baratos quando viveu no Rio. O gosto por LPs estÃ¡ no sangue â seu pai Ã© o dono da loja Abraxas, em Buenos Aires -, e Ã© ele quem sugere o clÃ¡ssico ârock lobsterâ, do B-52Â´s, para abrir o bloco. Ãcaro pega carona no mesmo tubo e vocÃª surfa em seguida na companhia do obscuro combo new wave Dizzy &amp; The Romilars â aliÃ¡s, Ãcaro acabou descobrindo que o Comateens, que entra logo apÃ³s, era liderado pela mesma cantora, Ramona Lee (olha a intuiÃ§Ã£o do DJ aÃ­!). SebastiÃ¡n saca entÃ£o uma canÃ§Ã£o do Charly Garcia gravada no Rio de Janeiro, com o Paralamas de Sucesso, africanizando o swing desta noite. Aproveitando a deixa, Ãcaro dÃ¡ play em Mory KantÃ©, um grupo africano radicado na FranÃ§a que fez sucesso mundial nos anos 80 - pro pessoal lembrar que houve interesse pela mÃºsica africana antes da atual onda liderada pelo Vampire Weekend. Pra quebrar, um momento rock com uma canÃ§Ã£o do Ãºltimo disco do Sonic Youth (de 2009) e uma belÃ­ssima balada do Stranglers, âalways the Sunâ. Finalizando, dois reggaes tortos, primeiro com a banda espanhola Kortatu (muito inspirada no Clash, inclusive nas letras de forte teor polÃ­tico) e depois com a Annette Peacock (tambÃ©m radicalizando, mas num feminismo que irÃ¡ deixar os rapazes de cabelo em pÃ©). 39 min.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P.S.: roubei a imagem do site de uma rÃ¡dio virtual muito bacana, a âLÃ¡grima PsicodÃ©licaâ. Visitem:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2009_05_01_archive.html"&gt;http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2009_05_01_archive.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clicando abaixo, vocÃª confere o tracklist deste bloco.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-567"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
The B-52s â rock lobster (compacto, 1978)&lt;br /&gt;
Dizzy &amp; The Romilars â foreign correspondent (Daily Dose EP, 1982?)&lt;br /&gt;
Comateens â ghosts (Comateens, 1981)&lt;br /&gt;
Charly Garcia (feat. Paralamas) â rap de las hormigas (Parte de la religion, 1987)&lt;br /&gt;
Mory KantÃ© â Deni (Akwaba Beach, 1987)&lt;br /&gt;
Mock &amp; Toof â beat up (single 12â, 2007)&lt;br /&gt;
Sonic Youth â (The Eternal, 2009)&lt;br /&gt;
The Stranglers â always the sun (Dreamtime, 1986)&lt;br /&gt;
Kortatu â equilibrio (El estado de las cosas, 1986) &lt; deu origem Ã  banda Negu Gorriak, fundada em 1990&lt;br /&gt;
Annette Peacock â my mama never taught me how to cook (X-Dreams, 1979)&lt;/p&gt;
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SebastiÃ¡n Pau Ã© uruguaio e trabalhou no Sebo Baratos quando viveu no Rio. O gosto por LPs estÃ¡ no sangue â seu pai Ã© o dono da loja Abraxas, em Buenos Aires -, e Ã© ele quem sugere o clÃ¡ssico ârock lobsterâ, do [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Rafael Marquee, Parte 3 de 4</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 16:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
O bloco abre com a discussão: os alemães pirados que misturaram rock e eletrônica no início dos anos 70 teriam sido punks se fossem 5 anos mais jovens? DJ Ácaro defende o parentesco estético, enquanto o DJ convidado, Rafael Marquee, bate o martelo: que punk que nada, os chucrutres estavam 300 anos à frente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/rafael-marquee-3-new-music-297x300.jpg" alt="rafael marquee 3 new music 297x300 Rafael Marquee, Parte 3 de 4" title="rafael-marquee-3-new-music" width="297" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-565" /></p>
<p>O bloco abre com a discussão: os alemães pirados que misturaram rock e eletrônica no início dos anos 70 teriam sido punks se fossem 5 anos mais jovens? DJ Ácaro defende o parentesco estético, enquanto o DJ convidado, Rafael Marquee, bate o martelo: que punk que nada, os chucrutres estavam 300 anos à frente em termos de vanguarda pop. Argumento a favor da tese, entra Andreas Dorau com um misto de new wave e coral infantil. Na sequência, mais minimalismo experimental de fora do eixo Londres-NY, inclusive cantado em japonês. O papa Jean-Jacques Perrey, produtor pioneiro no crossover rock-eletrônica, dá as caras e o fim do set de Rafael inclui nomes mais conhecidos, como o Devo, Fred Banana Combo e o Flying Lizards, além de Talking Heads, um chamego à sua esposa, que em abril entrega ao rapaz um par de lindos gêmeos! DJ Ácaro contribui pro banquete com “breakdown”, uma das 4 canções que os Buzzcocks gravaram nos primórdios da carreira, ainda com Howard Devoto (que formaria o Magazine) nos vocais. 37 min.</p>
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&lt;p&gt;O bloco abre com a discussÃ£o: os alemÃ£es pirados que misturaram rock e eletrÃ´nica no inÃ­cio dos anos 70 teriam sido punks se fossem 5 anos mais jovens? DJ Ãcaro defende o parentesco estÃ©tico, enquanto o DJ convidado, Rafael Marquee, bate o martelo: que punk que nada, os chucrutres estavam 300 anos Ã  frente em termos de vanguarda pop. Argumento a favor da tese, entra Andreas Dorau com um misto de new wave e coral infantil. Na sequÃªncia, mais minimalismo experimental de fora do eixo Londres-NY, inclusive cantado em japonÃªs. O papa Jean-Jacques Perrey, produtor pioneiro no crossover rock-eletrÃ´nica, dÃ¡ as caras e o fim do set de Rafael inclui nomes mais conhecidos, como o Devo, Fred Banana Combo e o Flying Lizards, alÃ©m de Talking Heads, um chamego Ã  sua esposa, que em abril entrega ao rapaz um par de lindos gÃªmeos! DJ Ãcaro contribui pro banquete com âbreakdownâ, uma das 4 canÃ§Ãµes que os Buzzcocks gravaram nos primÃ³rdios da carreira, ainda com Howard Devoto (que formaria o Magazine) nos vocais. 37 min.&lt;/p&gt;
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O bloco abre com a discussÃ£o: os alemÃ£es pirados que misturaram rock e eletrÃ´nica no inÃ­cio dos anos 70 teriam sido punks se fossem 5 anos mais jovens? DJ Ãcaro defende o parentesco estÃ©tico, enquanto o DJ convidado, Rafael [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Rafael Marquee, Parte 2 de 4</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:10:31 +0000</pubDate>
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Rafael Marquee não gosta que facilitem. Quando se depara com o inusitado e o esquisito, sua curiosidade se atiça. Ouvindo alguns de seus LPs prediletos, você vai descobrir que rock progressivo pode dispensar virtuosismo instrumental, que nem toda música eletrônica é feita pra dançar, que rockabilly pode ser feito com sintetizadores, que existe punk minimalista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/alan-vega-234x300.jpg" alt="alan vega 234x300 Rafael Marquee, Parte 2 de 4" title="alan-vega" width="234" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-562" /></p>
<p>Rafael Marquee não gosta que facilitem. Quando se depara com o inusitado e o esquisito, sua curiosidade se atiça. Ouvindo alguns de seus LPs prediletos, você vai descobrir que rock progressivo pode dispensar virtuosismo instrumental, que nem toda música eletrônica é feita pra dançar, que rockabilly pode ser feito com sintetizadores, que existe punk minimalista e que os alemães, espanhóis e franceses lançaram algumas das músicas mais ousadas – e às vezes divertidas – dos anos 80. Esta não foi a primeira vez que deu seus pulinhos como DJ, e a última brincadeira havia acontecido no Plano B. Aliás, o sebo Baratos da Ribeiro tem até fama de “alternativo” pelos eventos e em especial pelo Vespeiro (série de shows de rock aos sábados que terá uma reedição extra no dia 13 de março próximo). Mas é o sebo de discos da Lapa (na Rua Francisco Muratori, quase esquina com Riachuelo) que realmente levanta a bandeira dos sons pouco comerciais – é lá onde rola a cena carioca de música eletroacústica e vanguardista à vera, é lá que rolam muitos shows barra-pesadas, onde o barulho e os timbres exóticos dão o tom, onde a estrutura de canção já virou coisa de museu. Como o DJ Ácaro não conhecia nada (exceto o Alan Vega) que Rafael usou em seu set, a gente espera até Marquee enviar o tracklist para informar à galera os artistas, as canções, os álbuns e as datas. Até lá, respire fundo e mergulhe fundo nessa assombrosa jornada musical. Vale a pena se aventurar. (Ah, DJ Ácaro adorou a versão dos Polecats para “John, i´m only dancing”, do Bowie!) 45 min.</p>
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&lt;p&gt;Rafael Marquee nÃ£o gosta que facilitem. Quando se depara com o inusitado e o esquisito, sua curiosidade se atiÃ§a. Ouvindo alguns de seus LPs prediletos, vocÃª vai descobrir que rock progressivo pode dispensar virtuosismo instrumental, que nem toda mÃºsica eletrÃ´nica Ã© feita pra danÃ§ar, que rockabilly pode ser feito com sintetizadores, que existe punk minimalista e que os alemÃ£es, espanhÃ³is e franceses lanÃ§aram algumas das mÃºsicas mais ousadas â e Ã s vezes divertidas â dos anos 80. Esta nÃ£o foi a primeira vez que deu seus pulinhos como DJ, e a Ãºltima brincadeira havia acontecido no Plano B. AliÃ¡s, o sebo Baratos da Ribeiro tem atÃ© fama de âalternativoâ pelos eventos e em especial pelo Vespeiro (sÃ©rie de shows de rock aos sÃ¡bados que terÃ¡ uma reediÃ§Ã£o extra no dia 13 de marÃ§o prÃ³ximo). Mas Ã© o sebo de discos da Lapa (na Rua Francisco Muratori, quase esquina com Riachuelo) que realmente levanta a bandeira dos sons pouco comerciais â Ã© lÃ¡ onde rola a cena carioca de mÃºsica eletroacÃºstica e vanguardista Ã  vera, Ã© lÃ¡ que rolam muitos shows barra-pesadas, onde o barulho e os timbres exÃ³ticos dÃ£o o tom, onde a estrutura de canÃ§Ã£o jÃ¡ virou coisa de museu. Como o DJ Ãcaro nÃ£o conhecia nada (exceto o Alan Vega) que Rafael usou em seu set, a gente espera atÃ© Marquee enviar o tracklist para informar Ã  galera os artistas, as canÃ§Ãµes, os Ã¡lbuns e as datas. AtÃ© lÃ¡, respire fundo e mergulhe fundo nessa assombrosa jornada musical. Vale a pena se aventurar. (Ah, DJ Ãcaro adorou a versÃ£o dos Polecats para âJohn, iÂ´m only dancingâ, do Bowie!) 45 min.&lt;/p&gt;
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Rafael Marquee nÃ£o gosta que facilitem. Quando se depara com o inusitado e o esquisito, sua curiosidade se atiÃ§a. Ouvindo alguns de seus LPs prediletos, vocÃª vai descobrir que rock progressivo pode dispensar virtuosismo instrumental, que [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Rafael Marquee, Parte 1 de 4</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 15:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
A noite de 3 de setembro de 2009 do Clube do Vinil foi esplendidamente insólita e igualmente fascinante. Pra começo de conversa, uma banda new wave japonesa que gravou apenas 2 discos em sua brevíssima carreira, a Plastics – causou forte impacto em David Byrne e foi regravada por gente de fino trato como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/televisao-300x253.jpg" alt="televisao 300x253 Rafael Marquee, Parte 1 de 4" title="televisao" width="300" height="253" class="alignnone size-medium wp-image-557" /></p>
<p>A noite de 3 de setembro de 2009 do Clube do Vinil foi esplendidamente insólita e igualmente fascinante. Pra começo de conversa, uma banda new wave japonesa que gravou apenas 2 discos em sua brevíssima carreira, a Plastics – causou forte impacto em David Byrne e foi regravada por gente de fino trato como o Pizzicato Five. Voltando do oriente, fazemos escala na Suécia (com o post-punk-noise do Härjstorm) e na Alemanha, para degustar um pouco de krautrock. Ouvimos “Lila Engel”, do Neu!, o Can arranhando italiano em “come sta, la luna” – Nietzsche, que apesar da fama perseguiu idéias que ensolarassem o espírito, já disse que  a vida verdadeira estava abaixo dos Apeninos. Em Paris encontramos Les Rita Mitsouko, num remix feito por Tony Visconti (que produziu quase todo o Bowie dos anos 70). E é na Inglaterra que encontramos um tesouro: o EP que David J, do Bauhaus, compôs em 1983 para servir de trilha para a Graphic Novel “V de Vingança”, de Alan Moore. Debile Menthol é um grupo inclassificável (Prog? Jazz? Minimal?) da Suíca. Mas é do outro lado do Atlãntico que vamos encontrar quem deu batizou o DJ convidado desta edição: Television, que aqui aparece com a primeira demo, gravada em fins de 74 ou início de 75. Rafael é fã, e por isso ganhou “Marquee” no sobrenome. Da prata da casa, DJ Ácaro apresenta o disco “Rock de Autor”, lançado de forma independente pela vanguarda roqueira paulistana em 1990. 47 min.<br />
<span id="more-556"></span><br />
Plastics – i ignore (Arigato Plastico, 1980)<br />
P* Antunes – we bop (Rock de Autor, 1990)<br />
Alan Moore &#038; David J – this vicious cabaret (V for Vendetta EP, 1983)<br />
Can – come sta, la luna (Opener,<br />
Debile Menthol – a chacun son accent (Battre Campagne, 1984)<br />
Les Rita Mitsouko – don´t forget the night (Tony Visconti remix) (single 12”, 1990)<br />
Härjstorm – en ensam man (single 12”, 1980)<br />
Neu! – Lila Engel (2, 1973)<br />
Television – Little Johnny Jewel parts 1 &#038; 2 (12” EP, gravado em 1974)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/02/televisao-300x253.jpg" alt="televisao 300x253 Rafael Marquee, Parte 1 de 4" title="televisao" width="300" height="253" class="alignnone size-medium wp-image-557" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A noite de 3 de setembro de 2009 do Clube do Vinil foi esplendidamente insÃ³lita e igualmente fascinante. Pra comeÃ§o de conversa, uma banda new wave japonesa que gravou apenas 2 discos em sua brevÃ­ssima carreira, a Plastics â causou forte impacto em David Byrne e foi regravada por gente de fino trato como o Pizzicato Five. Voltando do oriente, fazemos escala na SuÃ©cia (com o post-punk-noise do HÃ¤rjstorm) e na Alemanha, para degustar um pouco de krautrock. Ouvimos âLila Engelâ, do Neu!, o Can arranhando italiano em âcome sta, la lunaâ â Nietzsche, que apesar da fama perseguiu idÃ©ias que ensolarassem o espÃ­rito, jÃ¡ disse que  a vida verdadeira estava abaixo dos Apeninos. Em Paris encontramos Les Rita Mitsouko, num remix feito por Tony Visconti (que produziu quase todo o Bowie dos anos 70). E Ã© na Inglaterra que encontramos um tesouro: o EP que David J, do Bauhaus, compÃ´s em 1983 para servir de trilha para a Graphic Novel âV de VinganÃ§aâ, de Alan Moore. Debile Menthol Ã© um grupo inclassificÃ¡vel (Prog? Jazz? Minimal?) da SuÃ­ca. Mas Ã© do outro lado do AtlÃ£ntico que vamos encontrar quem deu batizou o DJ convidado desta ediÃ§Ã£o: Television, que aqui aparece com a primeira demo, gravada em fins de 74 ou inÃ­cio de 75. Rafael Ã© fÃ£, e por isso ganhou âMarqueeâ no sobrenome. Da prata da casa, DJ Ãcaro apresenta o disco âRock de Autorâ, lanÃ§ado de forma independente pela vanguarda roqueira paulistana em 1990. 47 min.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-556"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Plastics â i ignore (Arigato Plastico, 1980)&lt;br /&gt;
P* Antunes â we bop (Rock de Autor, 1990)&lt;br /&gt;
Alan Moore &amp; David J â this vicious cabaret (V for Vendetta EP, 1983)&lt;br /&gt;
Can â come sta, la luna (Opener,&lt;br /&gt;
Debile Menthol â a chacun son accent (Battre Campagne, 1984)&lt;br /&gt;
Les Rita Mitsouko â donÂ´t forget the night (Tony Visconti remix) (single 12â, 1990)&lt;br /&gt;
HÃ¤rjstorm â en ensam man (single 12â, 1980)&lt;br /&gt;
Neu! â Lila Engel (2, 1973)&lt;br /&gt;
Television â Little Johnny Jewel parts 1 &amp; 2 (12â EP, gravado em 1974)&lt;/p&gt;
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A noite de 3 de setembro de 2009 do Clube do Vinil foi esplendidamente insÃ³lita e igualmente fascinante. Pra comeÃ§o de conversa, uma banda new wave japonesa que gravou apenas 2 discos em sua brevÃ­ssima carreira, a Plastics â causou [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Canções sem Fronteiras, Parte 4 de 4</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 10:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Clementina de Jesus]]></category>

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A música e a poesia brasileira deu o tom na noite de 12 de novembro de 2009, no Clube do Vinil. Como todo bom rapaz, Luiz Monteiro já balançou muito a cabeleira ao som das guitarras rasgantes e das baterias cavalares, mas hoje, apaziguado nos braços de Virgínia Capibaribe, ele se volta para nossas raízes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/som-imaginario1-300x210.jpg" alt="som imaginario1 300x210 Canções sem Fronteiras, Parte 4 de 4" title="som-imaginario1" width="300" height="210" class="alignnone size-medium wp-image-553" /></p>
<p>A música e a poesia brasileira deu o tom na noite de 12 de novembro de 2009, no Clube do Vinil. Como todo bom rapaz, Luiz Monteiro já balançou muito a cabeleira ao som das guitarras rasgantes e das baterias cavalares, mas hoje, apaziguado nos braços de Virgínia Capibaribe, ele se volta para nossas raízes – e lá embaixo encontra ramificações que nos conectam aos sons de todo o planeta. Lembrando os tempos de piquete, a versão de “little wing” que Eric Clapton gravou no Rainbow, uma versão de “garden of my mind” pelos garageiros do Fuzztones e “Jet”, do Wings. Igualmente cheio de punch é a canção que Clementina de Jesus registrou para o Museu da Imagem e do Som. Antes de um jazz pra relaxar, um pouco de ska - destaque pro Lourel Lorenzo Aitken, cubano que cresceu na Jamaica, estava na Inglaterra quando o punk descobriu o ska e gravou esse disco na Espanha há poucos anos. A versão de “a day in the life”, clássico dos Beatles, é do Eric Burdon acompanhado dos negões do War. Encerrando, uma sequência de belíssimas canções brazucas dos anos 70, incluindo “sábado”, do Som Imaginário. 43 min.<br />
<span id="more-551"></span><br />
Eric Clapton – little wing (Jimi Hendrix) (Rainbow Concert, 1973)<br />
Wings – jet (Band on the run, 1974)<br />
The Fuzztones – garden of my mind (Horny as Hell, 2008)<br />
Clementina de Jesus – a saudade mata<br />
Lourel Lorenzo Aitken y Skarlatines – medico brujo (En español, ?)<br />
Luiz Monteiro apresenta The Maytals<br />
Os Paralamas do Sucesso – menino e menina (O passou do Lui,1984)<br />
<em>Luiz Monteiro apresenta um Jazz</em><br />
Eric Burdon &#038; War – a Day in the life (Beatles) (Love is all around, 1976)<br />
<em>Luiz Monteiro apresenta “o brilho eterno no arsenal do sol”</em><br />
Som Imaginário – sábado (Som Imaginário, 1970)<br />
<em>Luiz Monteiro apresenta “é dessa cor, como a noite sem lua, é claro”</em></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/som-imaginario1-300x210.jpg" alt="som imaginario1 300x210 CanÃ§Ãµes sem Fronteiras, Parte 4 de 4" title="som-imaginario1" width="300" height="210" class="alignnone size-medium wp-image-553" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mÃºsica e a poesia brasileira deu o tom na noite de 12 de novembro de 2009, no Clube do Vinil. Como todo bom rapaz, Luiz Monteiro jÃ¡ balanÃ§ou muito a cabeleira ao som das guitarras rasgantes e das baterias cavalares, mas hoje, apaziguado nos braÃ§os de VirgÃ­nia Capibaribe, ele se volta para nossas raÃ­zes â e lÃ¡ embaixo encontra ramificaÃ§Ãµes que nos conectam aos sons de todo o planeta. Lembrando os tempos de piquete, a versÃ£o de âlittle wingâ que Eric Clapton gravou no Rainbow, uma versÃ£o de âgarden of my mindâ pelos garageiros do Fuzztones e âJetâ, do Wings. Igualmente cheio de punch Ã© a canÃ§Ã£o que Clementina de Jesus registrou para o Museu da Imagem e do Som. Antes de um jazz pra relaxar, um pouco de ska - destaque pro Lourel Lorenzo Aitken, cubano que cresceu na Jamaica, estava na Inglaterra quando o punk descobriu o ska e gravou esse disco na Espanha hÃ¡ poucos anos. A versÃ£o de âa day in the lifeâ, clÃ¡ssico dos Beatles, Ã© do Eric Burdon acompanhado dos negÃµes do War. Encerrando, uma sequÃªncia de belÃ­ssimas canÃ§Ãµes brazucas dos anos 70, incluindo âsÃ¡badoâ, do Som ImaginÃ¡rio. 43 min.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-551"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Eric Clapton â little wing (Jimi Hendrix) (Rainbow Concert, 1973)&lt;br /&gt;
Wings â jet (Band on the run, 1974)&lt;br /&gt;
The Fuzztones â garden of my mind (Horny as Hell, 2008)&lt;br /&gt;
Clementina de Jesus â a saudade mata&lt;br /&gt;
Lourel Lorenzo Aitken y Skarlatines â medico brujo (En espaÃ±ol, ?)&lt;br /&gt;
Luiz Monteiro apresenta The Maytals&lt;br /&gt;
Os Paralamas do Sucesso â menino e menina (O passou do Lui,1984)&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Luiz Monteiro apresenta um Jazz&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Eric Burdon &amp; War â a Day in the life (Beatles) (Love is all around, 1976)&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Luiz Monteiro apresenta âo brilho eterno no arsenal do solâ&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Som ImaginÃ¡rio â sÃ¡bado (Som ImaginÃ¡rio, 1970)&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Luiz Monteiro apresenta âÃ© dessa cor, como a noite sem lua, Ã© claroâ&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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A mÃºsica e a poesia brasileira deu o tom na noite de 12 de novembro de 2009, no Clube do Vinil. Como todo bom rapaz, Luiz Monteiro jÃ¡ balanÃ§ou muito a cabeleira ao som das guitarras rasgantes e das baterias cavalares, mas hoje, apaziguado [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Canções sem Fronteiras, Parte 3 de 4</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 10:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Luiz Monteiro, também um ás das 6 cordas, trabalha atualmente com audiovisual, inclusive compondo trilhas sonoras. Está finalizando o longa-metragem “Como Você Ouve o Mundo”, co-dirigido por Julio Braga, sobre diversidade da música brasileira. A dupla colheu depoimentos de Tom Zé, Hermeto Pascoal, Lobão e Nação Zumbi dentre outros, além de ter filmado várias expressões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-virginia-capibaribe-300x225.jpg" alt="blog virginia capibaribe 300x225 Canções sem Fronteiras, Parte 3 de 4" title="blog-virginia-capibaribe" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-549" /></p>
<p>Luiz Monteiro, também um ás das 6 cordas, trabalha atualmente com audiovisual, inclusive compondo trilhas sonoras. Está finalizando o longa-metragem “Como Você Ouve o Mundo”, co-dirigido por Julio Braga, sobre diversidade da música brasileira. A dupla colheu depoimentos de Tom Zé, Hermeto Pascoal, Lobão e Nação Zumbi dentre outros, além de ter filmado várias expressões musicais folclóricas. O rapaz não sossega. Casado com a professora de canto Virgínia Capibaribe, está produzindo também o show “Canção Sem Fronteiras”, onde exploram a música popular universal, se aventurando em meia dúzia de idiomas. Virgínia será acompanhada por Rodrigo Saboya no violão e Julio Braga na percussão, e o repertório inclui Violeta Parra, Federico Garcia Lorca, Amália Rodrigues, Manuel de Falla, Villa-Lobos e Arrigo Barnabé, além de composições originais. Serão 3 apresentações neste final de semana (veja mias detalhes abaixo). Nesta edição do Clube do Vinil gravada em fins do ano passado, rolou uma prévia do show, com Luiz violando: uma chanson française pré-Piaf, um standart de jazz, um fado, “mind games” do John Lennon e o clássico samba “ensaboa mulata, ensaboa&#8230;”. De resto, neste bloco: Tom Zé, Almirante, João Donato, Miriam Makeba, Fela Kuti e outras africaneidades. 48 min.</p>
<p>O show “Canções Sem Fronteiras” esterá em cartaz nos 26, 27 e 28 de janeiro,  de 2010  às19h no Centro Cultural da Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241, Centro). Começa às 19h e nomes para a lista amiga (R$ 15,00) devem ser enviados para:</p>
<p>cantarsemfronteiras@gmail.com</p>
<p>Um trailler do documentário “Como Você Ouve o Mundo:<br />
<a href=" http://www.youtube.com/watch?v=RVDC3bwJhtg"><br />
http://www.youtube.com/watch?v=RVDC3bwJhtg</a></p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-virginia-capibaribe-300x225.jpg" alt="blog virginia capibaribe 300x225 CanÃ§Ãµes sem Fronteiras, Parte 3 de 4" title="blog-virginia-capibaribe" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-549" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luiz Monteiro, tambÃ©m um Ã¡s das 6 cordas, trabalha atualmente com audiovisual, inclusive compondo trilhas sonoras. EstÃ¡ finalizando o longa-metragem âComo VocÃª Ouve o Mundoâ, co-dirigido por Julio Braga, sobre diversidade da mÃºsica brasileira. A dupla colheu depoimentos de Tom ZÃ©, Hermeto Pascoal, LobÃ£o e NaÃ§Ã£o Zumbi dentre outros, alÃ©m de ter filmado vÃ¡rias expressÃµes musicais folclÃ³ricas. O rapaz nÃ£o sossega. Casado com a professora de canto VirgÃ­nia Capibaribe, estÃ¡ produzindo tambÃ©m o show âCanÃ§Ã£o Sem Fronteirasâ, onde exploram a mÃºsica popular universal, se aventurando em meia dÃºzia de idiomas. VirgÃ­nia serÃ¡ acompanhada por Rodrigo Saboya no violÃ£o e Julio Braga na percussÃ£o, e o repertÃ³rio inclui Violeta Parra, Federico Garcia Lorca, AmÃ¡lia Rodrigues, Manuel de Falla, Villa-Lobos e Arrigo BarnabÃ©, alÃ©m de composiÃ§Ãµes originais. SerÃ£o 3 apresentaÃ§Ãµes neste final de semana (veja mias detalhes abaixo). Nesta ediÃ§Ã£o do Clube do Vinil gravada em fins do ano passado, rolou uma prÃ©via do show, com Luiz violando: uma chanson franÃ§aise prÃ©-Piaf, um standart de jazz, um fado, âmind gamesâ do John Lennon e o clÃ¡ssico samba âensaboa mulata, ensaboa…â. De resto, neste bloco: Tom ZÃ©, Almirante, JoÃ£o Donato, Miriam Makeba, Fela Kuti e outras africaneidades. 48 min.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O show âCanÃ§Ãµes Sem Fronteirasâ esterÃ¡ em cartaz nos 26, 27 e 28 de janeiro,  de 2010  Ã s19h no Centro Cultural da JustiÃ§a Federal (Av. Rio Branco, 241, Centro). ComeÃ§a Ã s 19h e nomes para a lista amiga (R$ 15,00) devem ser enviados para:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;cantarsemfronteiras@gmail.com&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um trailler do documentÃ¡rio âComo VocÃª Ouve o Mundo:&lt;br /&gt;
&lt;a href=" http://www.youtube.com/watch?v=RVDC3bwJhtg"&gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=RVDC3bwJhtg&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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Luiz Monteiro, tambÃ©m um Ã¡s das 6 cordas, trabalha atualmente com audiovisual, inclusive compondo trilhas sonoras. EstÃ¡ finalizando o longa-metragem âComo VocÃª Ouve o Mundoâ, co-dirigido por Julio Braga, sobre diversidade da [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Canções sem Fronteiras, Parte 2 de 4</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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Um spirtual abre esse bloco super colorido; em seguida vem Clementina de Jesus, depois Manu Dibango e Mona Gadelha, do disco coletivo da galera do Ceará, lançado nos anos 70, o “Massafera”. Folk? Música de raiz? Mas rola ainda Beatles, Sonic Youth e uma espiada num ensaio de Jimi Hendrix (um bootleg fantástico). Como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-luiz-monteiro-300x225.jpg" alt="blog luiz monteiro 300x225 Canções sem Fronteiras, Parte 2 de 4" title="blog-luiz-monteiro" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-546" /></p>
<p>Um spirtual abre esse bloco super colorido; em seguida vem Clementina de Jesus, depois Manu Dibango e Mona Gadelha, do disco coletivo da galera do Ceará, lançado nos anos 70, o “Massafera”. Folk? Música de raiz? Mas rola ainda Beatles, Sonic Youth e uma espiada num ensaio de Jimi Hendrix (um bootleg fantástico). Como o anfitrião Ácaro, Luiz Monteiro prefere a música difícil de se classificar, que transcende as categorias inventadas pela crítica e pelo mercado fonográfico. Ambos estudaram na Escola de Comunicação da UFRJ , que, apesar de capenga, tinha algumas feras em seu corpo discente e alunos inquietos, veja que sorte. Além disso, no Campus da Praia Vermelha estava instalada a Rádio Interferência, que, apesar dos hiatos, mantinha uma trabalho heróico e contínuo de divulgação musical. Ácaro produziu, com José Vicente, o “Poemanão”, que misturava música e literatura. Luiz Monteiro foi além, e participou da direção da rádio, arregaçando as mangas em defesa da democratização do dial – mesmo que de vez em quando a Polícia Federal apreendesse o transmissor. Ah, atenção ainda à psicodelia pop do Caetano Veloso e à belíssima doidera do disco de estréia de Belchior. 48 min.</p>
<p>Para conhecer mais sobre a Rádio Interferência:</p>
<p>http://www.eco.ufrj.br/portal/servicos/radio.html<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_Interfer%C3%AAncia<br />
<span id="more-545"></span><br />
Rumo – canção bonita (Rumo, 1981)<br />
Barbara Dane and the Chambers – we will never turn back<br />
Clementina de Jesus – Deus vos salve a casa santa<br />
Manu Dibango – soul makosa<br />
The Beatles – i dig a poney (White Album, 1967)<br />
Mona Gadelha – “não pense que eu sou remédio para sua dor” (Massafera)<br />
Caetano Veloso – “não me suje de batom” (eu não?) + eles<br />
Sonic Youth (Sister)<br />
Belchior – bebelo (primeiro disco)<br />
Jimi Hendrix – (Bootleg: ensaiando no estúdio)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-luiz-monteiro-300x225.jpg" alt="blog luiz monteiro 300x225 CanÃ§Ãµes sem Fronteiras, Parte 2 de 4" title="blog-luiz-monteiro" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-546" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um spirtual abre esse bloco super colorido; em seguida vem Clementina de Jesus, depois Manu Dibango e Mona Gadelha, do disco coletivo da galera do CearÃ¡, lanÃ§ado nos anos 70, o âMassaferaâ. Folk? MÃºsica de raiz? Mas rola ainda Beatles, Sonic Youth e uma espiada num ensaio de Jimi Hendrix (um bootleg fantÃ¡stico). Como o anfitriÃ£o Ãcaro, Luiz Monteiro prefere a mÃºsica difÃ­cil de se classificar, que transcende as categorias inventadas pela crÃ­tica e pelo mercado fonogrÃ¡fico. Ambos estudaram na Escola de ComunicaÃ§Ã£o da UFRJ , que, apesar de capenga, tinha algumas feras em seu corpo discente e alunos inquietos, veja que sorte. AlÃ©m disso, no Campus da Praia Vermelha estava instalada a RÃ¡dio InterferÃªncia, que, apesar dos hiatos, mantinha uma trabalho herÃ³ico e contÃ­nuo de divulgaÃ§Ã£o musical. Ãcaro produziu, com JosÃ© Vicente, o âPoemanÃ£oâ, que misturava mÃºsica e literatura. Luiz Monteiro foi alÃ©m, e participou da direÃ§Ã£o da rÃ¡dio, arregaÃ§ando as mangas em defesa da democratizaÃ§Ã£o do dial â mesmo que de vez em quando a PolÃ­cia Federal apreendesse o transmissor. Ah, atenÃ§Ã£o ainda Ã  psicodelia pop do Caetano Veloso e Ã  belÃ­ssima doidera do disco de estrÃ©ia de Belchior. 48 min.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para conhecer mais sobre a RÃ¡dio InterferÃªncia:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;http://www.eco.ufrj.br/portal/servicos/radio.html&lt;br /&gt;
http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_Interfer%C3%AAncia&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-545"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Rumo â canÃ§Ã£o bonita (Rumo, 1981)&lt;br /&gt;
Barbara Dane and the Chambers â we will never turn back&lt;br /&gt;
Clementina de Jesus â Deus vos salve a casa santa&lt;br /&gt;
Manu Dibango â soul makosa&lt;br /&gt;
The Beatles â i dig a poney (White Album, 1967)&lt;br /&gt;
Mona Gadelha â ânÃ£o pense que eu sou remÃ©dio para sua dorâ (Massafera)&lt;br /&gt;
Caetano Veloso â ânÃ£o me suje de batomâ (eu nÃ£o?) + eles&lt;br /&gt;
Sonic Youth (Sister)&lt;br /&gt;
Belchior â bebelo (primeiro disco)&lt;br /&gt;
Jimi Hendrix â (Bootleg: ensaiando no estÃºdio)&lt;/p&gt;
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<itunes:subtitle>
Um spirtual abre esse bloco super colorido; em seguida vem Clementina de Jesus, depois Manu Dibango e Mona Gadelha, do disco coletivo da galera do CearÃ¡, lanÃ§ado nos anos 70, o âMassaferaâ. Folk? MÃºsica de raiz? Mas rola ainda [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Canções sem Fronteiras, Parte 1 de 4</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 13:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

		<category><![CDATA[Alceu Valença]]></category>

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		<description><![CDATA[
Olha o trava-língua: são três trincas de canções, explorando diversas praias onde o convidado, Luiz Monteiro, gosta de surfar. Pra começar, samba pré-João Gilberto com o Grupo Rumo (reinventando Noel Rosa), Sérgio Sampaio, Ultraje a Rigor (sim, num clima banda de coreto). Aí vem uma sequência caliente &#038; rumbeira com os argentinos do Opa (produzidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-cancoes-sem-fronteira-211x300.jpg" alt="blog cancoes sem fronteira 211x300 Canções sem Fronteiras, Parte 1 de 4" title="blog-cancoes-sem-fronteira" width="211" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-543" /></p>
<p>Olha o trava-língua: são três trincas de canções, explorando diversas praias onde o convidado, Luiz Monteiro, gosta de surfar. Pra começar, samba pré-João Gilberto com o Grupo Rumo (reinventando Noel Rosa), Sérgio Sampaio, Ultraje a Rigor (sim, num clima banda de coreto). Aí vem uma sequência caliente &#038; rumbeira com os argentinos do Opa (produzidos por Airto Moreira), uma galera de Angola e o Santana. Fechando: rock´n´roll. Uma canção cheia de cítaras na voz no Alceu Valença, um groove cheio de mojo do indiano Raghunath Seth e uma arrasadora versão para um clássico do Hendrix gravado em Milão , na Itália. 44 min.<br />
<span id="more-542"></span><br />
Rumo – seja breve (Noel Rosa) (Rumo aos antigos, 1982)<br />
Sérgio Sampaio – cada um na sua coisa (Tem que acontecer, 1976)<br />
Ultraje a Rigor – hino dos cafajestes (Liberdade para Marylou EP, 1986)<br />
A Banda Tropicalista do Duprat &#038; Mutantes – canção pra inglês ver / chiquita bacana (Lamartine Babo / João de Barros) (A Banda Tropicalista do Duprat, 1968)<br />
Opa –la cumbia de Andrés (Magic Time, 1977)<br />
Gaby Moy – vizinha zongola (Vizinha Zongola, 1992)<br />
Citação > Eduardo Paim – a minha vizinha (Luanda minha banda,1991)<br />
Santana – taboo (Columbia 30595, 1971)<br />
Alceu Valença – vou danado pra catende (Molhado de Suor, 1974)<br />
Raghunath Seth – orchestral music (Edit.) (Sitar Beat: indian style heavy funk, ?)<br />
Wess &#038; The Airedales – hey Joe (Jimi Hendrix) (Durium 77259, 1970)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/blog-cancoes-sem-fronteira-211x300.jpg" alt="blog cancoes sem fronteira 211x300 CanÃ§Ãµes sem Fronteiras, Parte 1 de 4" title="blog-cancoes-sem-fronteira" width="211" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-543" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olha o trava-lÃ­ngua: sÃ£o trÃªs trincas de canÃ§Ãµes, explorando diversas praias onde o convidado, Luiz Monteiro, gosta de surfar. Pra comeÃ§ar, samba prÃ©-JoÃ£o Gilberto com o Grupo Rumo (reinventando Noel Rosa), SÃ©rgio Sampaio, Ultraje a Rigor (sim, num clima banda de coreto). AÃ­ vem uma sequÃªncia caliente &amp; rumbeira com os argentinos do Opa (produzidos por Airto Moreira), uma galera de Angola e o Santana. Fechando: rockÂ´nÂ´roll. Uma canÃ§Ã£o cheia de cÃ­taras na voz no Alceu ValenÃ§a, um groove cheio de mojo do indiano Raghunath Seth e uma arrasadora versÃ£o para um clÃ¡ssico do Hendrix gravado em MilÃ£o , na ItÃ¡lia. 44 min.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-542"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Rumo â seja breve (Noel Rosa) (Rumo aos antigos, 1982)&lt;br /&gt;
SÃ©rgio Sampaio â cada um na sua coisa (Tem que acontecer, 1976)&lt;br /&gt;
Ultraje a Rigor â hino dos cafajestes (Liberdade para Marylou EP, 1986)&lt;br /&gt;
A Banda Tropicalista do Duprat &amp; Mutantes â canÃ§Ã£o pra inglÃªs ver / chiquita bacana (Lamartine Babo / JoÃ£o de Barros) (A Banda Tropicalista do Duprat, 1968)&lt;br /&gt;
Opa âla cumbia de AndrÃ©s (Magic Time, 1977)&lt;br /&gt;
Gaby Moy â vizinha zongola (Vizinha Zongola, 1992)&lt;br /&gt;
CitaÃ§Ã£o &gt; Eduardo Paim â a minha vizinha (Luanda minha banda,1991)&lt;br /&gt;
Santana â taboo (Columbia 30595, 1971)&lt;br /&gt;
Alceu ValenÃ§a â vou danado pra catende (Molhado de Suor, 1974)&lt;br /&gt;
Raghunath Seth â orchestral music (Edit.) (Sitar Beat: indian style heavy funk, ?)&lt;br /&gt;
Wess &amp; The Airedales â hey Joe (Jimi Hendrix) (Durium 77259, 1970)&lt;/p&gt;
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Olha o trava-lÃ­ngua: sÃ£o trÃªs trincas de canÃ§Ãµes, explorando diversas praias onde o convidado, Luiz Monteiro, gosta de surfar. Pra comeÃ§ar, samba prÃ©-JoÃ£o Gilberto com o Grupo Rumo (reinventando Noel Rosa), SÃ©rgio [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Gingando com Guilherme, Parte 4 de 4</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 23:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[gravações raras]]></category>

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		<description><![CDATA[
A noite de 23 de julho de 2009 foi realmente longa, ainda que não o suficiente pra dar conta de um povo tão animado. Oferecemos este “bonus track” – são menos de 25 minutos – a você como um convite para que venha conferir o clube do vinil in loco. A gente enche a geladeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/capa-4-guilherme-ultimo-bloco-300x225.jpg" alt="capa 4 guilherme ultimo bloco 300x225 Gingando com Guilherme, Parte 4 de 4" title="capa-4-guilherme-ultimo-bloco" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-539" /></p>
<p>A noite de 23 de julho de 2009 foi realmente longa, ainda que não o suficiente pra dar conta de um povo tão animado. Oferecemos este “bonus track” – são menos de 25 minutos – a você como um convite para que venha conferir o clube do vinil in loco. A gente enche a geladeira da livraria de cerveja – vendidas ao módico preço de 2 mangos a lata -, um sujeito de bom gosto aparece para apresentar alguns dos seus LPs prediletos, o DJ Ácaro conta uns causos e o papo rola solto, às vezes até surge uma pista de dança no meio dos 20 mil livros do lugar. Sempre às quintas-feiras (salvo exceções: nesta semana marcamos na terça, véspera de feriado do padroeiro do Rio de Janeiro). Então nesta coda o DJ Conde (a.k.a. Guilherme Preger) evoca novamente Jorge Ben e joga pros ingleses. DJ Ácaro dá play num compacto que veio de brinde na New Musical Express de setembro de 1985, com uma gravação ao vivo de Lloyd Cole &#038; The Commotions, e fecha a tampa com 2 canções do lindíssimo álbum “Jukebox”, da Cat Power. 25min30seg.<br />
<span id="more-538"></span><br />
Jorge Ben – oba lá vem ela (Força Bruta, 1970)<br />
? – a brand new day<br />
?<br />
Lloyd Cole &#038; The Commotions – forest fire (ao vivo em Londres) (compacto que acompanhou a edição da New Musical Express de setembro de 1985)<br />
Cat Power – i believe in you / song to Bobby (Jukebox, 2008)</p>
]]></content:encoded>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/capa-4-guilherme-ultimo-bloco-300x225.jpg" alt="capa 4 guilherme ultimo bloco 300x225 Gingando com Guilherme, Parte 4 de 4" title="capa-4-guilherme-ultimo-bloco" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-539" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A noite de 23 de julho de 2009 foi realmente longa, ainda que nÃ£o o suficiente pra dar conta de um povo tÃ£o animado. Oferecemos este âbonus trackâ â sÃ£o menos de 25 minutos â a vocÃª como um convite para que venha conferir o clube do vinil in loco. A gente enche a geladeira da livraria de cerveja â vendidas ao mÃ³dico preÃ§o de 2 mangos a lata -, um sujeito de bom gosto aparece para apresentar alguns dos seus LPs prediletos, o DJ Ãcaro conta uns causos e o papo rola solto, Ã s vezes atÃ© surge uma pista de danÃ§a no meio dos 20 mil livros do lugar. Sempre Ã s quintas-feiras (salvo exceÃ§Ãµes: nesta semana marcamos na terÃ§a, vÃ©spera de feriado do padroeiro do Rio de Janeiro). EntÃ£o nesta coda o DJ Conde (a.k.a. Guilherme Preger) evoca novamente Jorge Ben e joga pros ingleses. DJ Ãcaro dÃ¡ play num compacto que veio de brinde na New Musical Express de setembro de 1985, com uma gravaÃ§Ã£o ao vivo de Lloyd Cole &amp; The Commotions, e fecha a tampa com 2 canÃ§Ãµes do lindÃ­ssimo Ã¡lbum âJukeboxâ, da Cat Power. 25min30seg.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-538"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Jorge Ben â oba lÃ¡ vem ela (ForÃ§a Bruta, 1970)&lt;br /&gt;
? â a brand new day&lt;br /&gt;
?&lt;br /&gt;
Lloyd Cole &amp; The Commotions â forest fire (ao vivo em Londres) (compacto que acompanhou a ediÃ§Ã£o da New Musical Express de setembro de 1985)&lt;br /&gt;
Cat Power â i believe in you / song to Bobby (Jukebox, 2008)&lt;/p&gt;
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A noite de 23 de julho de 2009 foi realmente longa, ainda que nÃ£o o suficiente pra dar conta de um povo tÃ£o animado. Oferecemos este âbonus trackâ â sÃ£o menos de 25 minutos â a vocÃª como um convite para que venha [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Gingando com Guilherme, Parte 3 de 4</title>
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		<comments>http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/2010/01/18/gingando-com-guilherme-parte-3-de-4/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djacaro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

		<category><![CDATA[anos 80]]></category>

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		<category><![CDATA[The Smiths]]></category>

		<category><![CDATA[Versões Inusitadas]]></category>

		<category><![CDATA[Vivian Pizzinga]]></category>

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Mas apesar da memória jogar a sujeira pra debaixo do tapete e privilegiar os aspector mais ensolarados dos anos 80, aquela foi a década dos yuppies consumistas, machistas, cafonas, cheiradores e que votavam em arautos do Apocalipse do naipe de Ronald Reagan, Margareth Tatcher e Bush Pai. Guilherme Preger explora agora o lado “Crepúsculo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/capa-3-guilherme-e-ula-258x300.jpg" alt="capa 3 guilherme e ula 258x300 Gingando com Guilherme, Parte 3 de 4" title="capa-3-guilherme-e-ula" width="258" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-533" /></p>
<p>Mas apesar da memória jogar a sujeira pra debaixo do tapete e privilegiar os aspector mais ensolarados dos anos 80, aquela foi a década dos yuppies consumistas, machistas, cafonas, cheiradores e que votavam em arautos do Apocalipse do naipe de Ronald Reagan, Margareth Tatcher e Bush Pai. Guilherme Preger explora agora o lado “Crepúsculo de Cubatão” da década: New Order, Echo &#038; The Bunnymen, Eurythmics e Legião Urbana. Não à toa, 4 composições de Morrissey estão neste bloco – incluindo o quase psychobilly “you´re gonna need someone on your side”, do disco solo produzido por Mick Ronson, e uma versão ao vivo no Saturday Night Live para “suedhead”, ambos cortesia do DJ Ácaro. Aliás, neste rápido retorno o DJ residente mostra como o rock “de raiz” americano manteve a chama da esperança acesa na voz de outros intérpretes: Bonnie Tyler manda bem na versão de um clássico do Creedence Clearwater Revival e os punks do Skeletal Family reinventam “stand by me”, do Ben E. King. De resto, a galera se manteve eufórica. Afinal, além da boa música estavam celebrando o aniversário de outro membro notório da confraria, a psicanalista e escritora Vivian, pra quem a massa canta o “parabéns pra você” que se ouve no fim da faixa. 44 min.<br />
<span id="more-532"></span><br />
Vivian Pizzinga, assim como Guilherme”, também participou da antologia “Clube da Leitura: Modo de Usar, Vol. 1”, que estava sendo lançada naquele mês de julho de 2009. Para saber mais a respeito, visite:</p>
<p><a href="http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/">http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/</a></p>
<p><a href="http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/modo-de-usar-vol-i/">http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/modo-de-usar-vol-i/</a></p>
<p>The Smiths – some girls are bigger than others (The Queen is Dead, 1986)<br />
New Order – vanishing point (Technique, 1989)<br />
Echo &#038; The Bunnymen – the promise (Heaven Up Here, 1981)<br />
Autoramas – é proibido fumar (Roberto Carlos) (ao vivo na Alemanha) (LP split com Mr. Atom &#038; His Protons, 2009)<br />
Morrissey – you´re gonna need someone on your side (Your Arsenal, 1992)<br />
The Waterboys – Medicine Jack (EP em 12”, 1985)<br />
Bonnie Tyler – have you ever seen the rain (single em 7”, 1983)<br />
Skeletal Family – stand by me (Ben E. King) (b-side do single em 12” “Promised land”, 1983)<br />
The Smiths – bigmouth strikes again (The Queen is Dead, 1986)<br />
Legião Urbana – tempo perdido (Dois, 1986)<br />
Eurythmics – sweet dreams (Sweet dreams are made of this, 1983)<br />
Morrissey – suedhead (ao vivo no Saturday Night Live) (Take a bow Bootleg, gravação de 1992)</p>
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	<itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;img src="http://baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil/wp-content/uploads/2010/01/capa-3-guilherme-e-ula-258x300.jpg" alt="capa 3 guilherme e ula 258x300 Gingando com Guilherme, Parte 3 de 4" title="capa-3-guilherme-e-ula" width="258" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-533" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas apesar da memÃ³ria jogar a sujeira pra debaixo do tapete e privilegiar os aspector mais ensolarados dos anos 80, aquela foi a dÃ©cada dos yuppies consumistas, machistas, cafonas, cheiradores e que votavam em arautos do Apocalipse do naipe de Ronald Reagan, Margareth Tatcher e Bush Pai. Guilherme Preger explora agora o lado âCrepÃºsculo de CubatÃ£oâ da dÃ©cada: New Order, Echo &amp; The Bunnymen, Eurythmics e LegiÃ£o Urbana. NÃ£o Ã  toa, 4 composiÃ§Ãµes de Morrissey estÃ£o neste bloco â incluindo o quase psychobilly âyouÂ´re gonna need someone on your sideâ, do disco solo produzido por Mick Ronson, e uma versÃ£o ao vivo no Saturday Night Live para âsuedheadâ, ambos cortesia do DJ Ãcaro. AliÃ¡s, neste rÃ¡pido retorno o DJ residente mostra como o rock âde raizâ americano manteve a chama da esperanÃ§a acesa na voz de outros intÃ©rpretes: Bonnie Tyler manda bem na versÃ£o de um clÃ¡ssico do Creedence Clearwater Revival e os punks do Skeletal Family reinventam âstand by meâ, do Ben E. King. De resto, a galera se manteve eufÃ³rica. Afinal, alÃ©m da boa mÃºsica estavam celebrando o aniversÃ¡rio de outro membro notÃ³rio da confraria, a psicanalista e escritora Vivian, pra quem a massa canta o âparabÃ©ns pra vocÃªâ que se ouve no fim da faixa. 44 min.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-532"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Vivian Pizzinga, assim como Guilhermeâ, tambÃ©m participou da antologia âClube da Leitura: Modo de Usar, Vol. 1â, que estava sendo lanÃ§ada naquele mÃªs de julho de 2009. Para saber mais a respeito, visite:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/"&gt;http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/modo-de-usar-vol-i/"&gt;http://www.baratosdaribeiro.com.br/clubedaleitura/modo-de-usar-vol-i/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The Smiths â some girls are bigger than others (The Queen is Dead, 1986)&lt;br /&gt;
New Order â vanishing point (Technique, 1989)&lt;br /&gt;
Echo &amp; The Bunnymen â the promise (Heaven Up Here, 1981)&lt;br /&gt;
Autoramas â Ã© proibido fumar (Roberto Carlos) (ao vivo na Alemanha) (LP split com Mr. Atom &amp; His Protons, 2009)&lt;br /&gt;
Morrissey â youÂ´re gonna need someone on your side (Your Arsenal, 1992)&lt;br /&gt;
The Waterboys â Medicine Jack (EP em 12â, 1985)&lt;br /&gt;
Bonnie Tyler â have you ever seen the rain (single em 7â, 1983)&lt;br /&gt;
Skeletal Family â stand by me (Ben E. King) (b-side do single em 12â âPromised landâ, 1983)&lt;br /&gt;
The Smiths â bigmouth strikes again (The Queen is Dead, 1986)&lt;br /&gt;
LegiÃ£o Urbana â tempo perdido (Dois, 1986)&lt;br /&gt;
Eurythmics â sweet dreams (Sweet dreams are made of this, 1983)&lt;br /&gt;
Morrissey â suedhead (ao vivo no Saturday Night Live) (Take a bow Bootleg, gravaÃ§Ã£o de 1992)&lt;/p&gt;
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Mas apesar da memÃ³ria jogar a sujeira pra debaixo do tapete e privilegiar os aspector mais ensolarados dos anos 80, aquela foi a dÃ©cada dos yuppies consumistas, machistas, cafonas, cheiradores e que votavam em arautos do Apocalipse do naipe [...]</itunes:subtitle>
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