in: “À sombra das chuteiras imortais”, publicado pela Companhia das Letra. Há tempos, fui á rua Bariri, ver um jogo do Fluminense. E confesso: – sempre considerei Olaria tão longínqua, remota, utópica como Constantinopla, Istambul ou Vigário Geral. Já na Avenida Brasil, comecei a sentir uma nostalgia e um exílio só equiparáveis aos de Gonçalves [...]