Tudo começou quando eu perdi uma aposta. Sentei na cadeira, Arlete, a dona do salão, colocou uma capa de corte sobre a minha camisa, eu de olho nas propagandas, mulheres bonitas pregadas na parede. Um tom discreto, ninguém notaria. Arlete não entendeu nada quando falei que pintaria meu cabelo de castanho-aloirado. Ela riu, achou que [...]