Fluorando Barbosa anda pelos corredores infinitos de seu palácio de cristal. A luz da lua atravessando as milhares de janelas ao seu redor, vem cobrir seu corpo nu, decorado unicamente por seu espalhafatoso bigode. Ele, inquieto, segura em sua mão uma taça de vinho, a qual bebe na espera do único amigo que lhe restou [...]