Søren Kierkegaard, o fresco esquizofrênico, acreditava que para o homem se reconhecer como ser, ele necessita se relacionar com algum fator que o possa reconhecer como esse ser, algum fator que o determine além de si mesmo, além da lógica, um absurdo libertador. E obviamente, para preencher esse seu absurdo, ele escolheu o cristianismo. Friedrich [...]