
Carlinhos de Sidartha e sua mulher João Bonita enfrentam dificuldades em seu relacionamento desde que João lera numa Super Interessante um artigo sobre ao ressurgimento da arte milenar do sexo nasal.
Sexo nasal: prática de estimulação das vias nasais a fim de se atingir um prazer sexual;
“”¦ assim, podemos concluir que o ato da mulher de com seu dedo indicador cutucar vorazmente a fossa nasal esquerda do homem pode não só curar este de qualquer possibilidade de uma homossexualidade reprimida, como também pode apagar completamente seus traumas de infância com polainas.”
Pág. 56, Ensaios sobre o Nariz, Sigmund Freud
“”¦ três fricções do dedo mindinho masculino na fossa direita da mulher é o processo único pelo qual acredito ser possível levar uma mulher a ter o mesmo prazer sexual masculino.”
Pág. 37, O Orgasmo Feminino, Sigmund Freud
“”¦ através deles temos o caminho do ar, temos o caminho do fogo. O poder do homem, sua razão, flui por entre os pelos nasais estimulando sua metafísica. Um nariz vermelho nada mais é do que a total concentração das faculdades lógicas de um indivíduo.”
Pág. 11, O eu e o seu nariz, Carl Jung
“”¦ ereto estava, para você, querida minha, Roxane,
por uma narina, ventos tumbilares; pela outra, dragões de Madagascar,
ah”¦ ao toque seu, estripulava, fungava, amava”¦”
Ato 3, cena 2, Cyrano de Bergerac
“A fixação pelo nariz se encontrava também nas tribos na Nova papua. O ato de adorno de suas fossas nada mais era do que uma competição entre os homens para melhor demonstrar os seus dotes. Quanto melhor a caça, maior a argola a perfurar o nariz. E cada contorno de argola representava também sua ligação com as deidades nasais dos seus ancestrais.”
Pág. 344, As mil narinas do herói, Joseph Campbell
“”¦ Nietzche e Hitler sabiam a mesma coisa, que é através do nariz que o homem se faz. E é através da pista de aterrissagem que se faz no bigode que ele se relaciona com a sua existência. Através das fossas nasais, correndo pelos pêlos do bigode é que o ser se relaciona com aquilo que o determina e por fim se torna responsável pela sua existência nesse mundo.”
Pág. 3, Sou vesgo, mas fungo forte, Jean Paul Sartre
“Mamãe mandou eu cheirar as menininhas.
Todas das praias de Copacabana ao Leblon gostavam da minha fungada.
Lá, lá, vou eu com meu narigão e meu calhambeque pegar meu broto.
Não corre, não, meu brotinho de camomila que vou te fungar toda.
Vem pular no meu colo, como o otorrino mandou fazer!”
Só mais uma fungadinha, Wilson Simonal
João quer por que quer cutucar o nariz de Carlinhos, se sente uma mulher insatisfeita e submissa por nunca ter cutucado as fossas nasais de seu marido de 20 anos. Carlinhos simplesmente não quer, se recusa a ler os estudos científicos e passou a usar um tapa nariz na presença de sua mulher. A pergunta que se apresenta aqui é se anos de repressão podem ter ou não destruído o humano como ele é. Desde que os estudos sobre o sexo nasal foram desconsiderados por Kinsey e Berlock, devido em muito a pesquisas e questionários erríneos, essa prática tem sido tão renegada a ponto de criar síndromes como o caso Jackson. Ainda se questiona se o cantor não morreu pela destruição total de sua identidade através da perda de seu nariz. E o caso de Carlinhos e João é só mais um entre os muitos que têm se revelado desde que as discussões sobre o retorno do sexo nasal voltaram ao imaginário popular.
Nessas eleições, vote Não contra a censura na tv aberta do sexo nasal!
Artigos Relacionados
2 respostas
Esse era do mote do pênis congelado?
a imagem está muito muito boa! e o conto é bem imaginativo: é um dedo no orÃficio nasal da prosa!
Deixe seu comentário