
Assumindo como verdade o fato de que é impossível ser feliz sozinho, meninas por vezes tomam como parceiros em potencial moços que até têm tesão nelas, mas que, definitivamente, não querem compromisso algum. Pelo menos não com elas. Tudo bem, se enganar faz parte da vida. O melhor de tudo é que, com o tempo, os enganos mais frequentes viram uma espécie de anti-cartilha do cotidiano.
Baseada nessa crença, e apoiada pela assessoria de filósofos de boteco, elaborei a lista das 4 maiores roubadas afetivas, seguidas de dicas super práticas, pra acabar de uma vez por todas com o temido medo de ser feliz.
Roubada primeira: o standby
À quando a moça se coloca na condição de só ser chamada para sair em cima da hora. Convencida de que ficar à disposição é natural, acaba esquecendo que até aparelhos de DVD desarmam após um tempo em standby. A dica aqui é curta e grossa: vá dar PLAY em outros aparelhos, afinal, como reza a chefia zumbi, um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar.
Roubada segunda: o ataque das amigas da onça
À quando uma amiga é simpática demais com seu gatinho, pendurando-se no pescoço dele como um cachecol, e, quando ele, por distração ou soberba, fica muito à vontade com isso. Os filósofos de boteco são unânimes em afirmar que amizade verdadeira entre mulheres é coisa raríssima. Nesse caso, a dica é uma só: observe bem a atitude do seu menino com suas amigas e vice-versa. Se a simpatia for excessiva, dê um jeito de escolher melhor suas companhias.
Roubada terceira: as outras
Desconforto provocado pelos comentários que o mancebo faz sobre outra mulher que não a mãe, a irmã ou a tia-avó. Normalmente, pra se fazer de desprendida, a moça fala de sonhos eróticos com o Marco Luque do CQC. De todo modo, a dica é a mais zen-budista de todas: fique atenta à frequência desses comentários, porque isso geralmente é sinal de que o figura quer te comer e ser teu brother ao mesmo tempo. Se isso te é satisfatório, tanto melhor. Mas se não sai bem nessa foto, fique esperta, que essas coisas não costumam mudar com o tempo.
Roubada quarta e última: a confusão entre saudade e vício
À quando sentimos falta dos mais boçais, mesmo sabendo que ainda existem rapazes bacanas por aí. Os filósofos de boteco atribuem essa situação ao clássico amor de pica, que, quando bate, fica. Resumindo, nós achamos que temos saudade deste ou daquele traste, mas estamos na verdade é viciadas. Por conta disso, a dica não podia ser mais canalha: se a coisa não foi boa com um, arrume logo outro, pra não dar de Glenn Close, que não pega nem bem.
Afinal de contas, prudente é tentar enxergar o limite antes de se deparar de cara com ele.
E, em caso de dúvida, manter o charme.
Como as árvores, que insistem em morrer de pé.
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2 respostas
Muito bom o espaço, primeira vez que venho aqui.Ri bastante com o post. Merece uma boa lida.
ok, legal, mas pq as mulheres estão sempre querendo compromisso? aprendam tbm a rosetar!
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