3 respostas

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Rose said in julho 5th, 2009 at 7:37 pm

Muito lindo! Seus textos são muito gostosos de ler, e a cadência é única. Continue nos presenteando com sua escrita, sempre.

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Anny said in julho 9th, 2009 at 12:57 pm

Interessante como a dor vira personagem do texto, senão protagonista. Tem vida própria, tentáculos q abraçam o cara, e ao mesmo tempo não se deixa conhecer. Muito bom!

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Mauricio de Assis said in dezembro 1st, 2009 at 4:48 pm

Acho que este texto tem uma ambigüidade onde você não sabe se o paciente é uma criança que se acha adulto ou um adulto com sérios problemas psicológicos. A ambigüidade da dor tem um paralelo com a infância e a maturidade de não saber se a dor é um todo ou um ponto delimitado. A criança não limites nem com sua dor, mas o adulto cria fronteiras sensíveis no corpo.

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