2 respostas

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Guilherme said in abril 17th, 2008 at 10:59 am

Deborah, como sempre mais uma preciosa peça lírica q a gente aproveita mais na introspecção silenciosa do q no burburinho agitado das rodas. E este aqui tem tudo: narrativa, lirismo e o volteio final da imaginação livre.

“Cada risco intencional valoriza a existência e uma noite entre dois dias pode ser o elixir suficiente para cada eventual decepção. Baseada nesta teoria ordenei aos meus braços que abraçassem o professor.”

Uau, q parágrafo Deborah! Aqui o conto sofre uma maravilhosa inflexão da reflexão lírica para o estranhamento, anunciando o insólito final. Um platonismo virado ao avesso…

Valeu! Este tem q ir p. uma nova antologia…

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monica barreto said in fevereiro 10th, 2011 at 8:55 pm

Quem não transou com um professor em alguma aula imaginária levante o dedo…
Magistral, Deborah!!
Sutilissimos os cortes que v. dá sem falr que
“afagar as vísceras” é o pleonasmo mais louco
com que me deparei.
Parabéns ,parabens, parabéns

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