Vapt-vupt, porque minha amada Dani já está me esperandona fila do cinema – a boa é “O Orfanato”, filme de terror espanhol produzido pelo diretor de “Labirinto do Fauno” e que conta no elenco com o antigo Senhor Barriga do Chaves (?!!!!).
Na primeira rodada do encontro de 26/02 foram lidos:
1) “Diana Caçadora”, de Márcia Denser;
2) “Escadas e serpentes”, de Gita Mertha;
3) “O espelho”, de Alberto Mograbi;
4) “Onde os velhos não tem vez”, de Corman McCarthy;
5) “Inteligência emocional”, de Daniel Goldman;
6) uma crínica da Raquel de Queiroz publicada pela Editora do Autor nos anos 60.
E “Solaris”, de Stanislaw Lem, defendido por Rudá, que venceu a disputa e se tornou o mote desta próxima terça, dia 11, conforme indica o post anterior. Já na rodada competitiva, com trabalhos originais, concorreram:
1) “Tudo é trivial”, do Daniel Ribas;
2) “Como o barman pode curar feridas abertas”, da Dani Gouveia;
3) “Solidão”, da Deborah Geller;
4) “Bodas de prata”, da Carmen Molinari.
E quem levou os prêmios foram Deborah, com “História de quando o papel deixou de existir”, e Guilherme Preger, com “SB no Photoshop”. Curiosamente, apesar do mote ter sido o conto “Intimidade” (do filósofo Jean-Paul Sartre, extraído do livro “O Muro”), o grande prêmio foi na verdade inspirado em “Favelost”, de Fausto Fawcett. O que aconteceu foi que, por um erro nosso, o conto de Deborah acabou não sendo lido na data correta, e entrou no round seguinte. Parece que, desta vez, o pós-modernismo cyberpunk nocauteou o existencialismo noir….
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