Tem CLUBE DO VINIL na próxima quinta dia 14 de maio, com Milena
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INFORME TELEGRÁFICO DO SEBO BARATOS DA RIBEIRO
O que?
Encontro quinzenal onde colecionadores botam na roda suas canções prediletas dos seus LPs mais especiais.
Com quem?
DJ Ácaro é o anfitrião, mas quem serve o prato principal é Milena, estudante de publicidade que tem trabalhado nas férias na seção de vinil da Modern Sound, a famosa loja de Copa. Milena adora o rock inglês, em especial os vovôs (Stones, Beatles, Kinks etc), mas é louca também por Oasis e o som ianque que marcou os mods (como Motown e Bob Dylan).
Quando?
Quinta-feira, dia 14 de maio, a partir das 20h.
E vocês podem curtir até lá as novidades do PodCast (onde estão registradas as festinhas anteriores). Até amanhã à noite entra o último bloco da edição gravada com Túlio, O Ronqueiro:
www.baratosdaribeiro.com.br/clubedovinil
Onde?
SEBO BARATOS DA RIBEIRO
Rua Barata Ribeiro 354, Copacabana
Tels. (021) 2256 8634 ou 2549 3850
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E + DICAS DE PROGRAMAS SUPIMPAS SEGUEM…
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Vai acontecer uma espécie de FLIP em Santa Tereza!!!! Os amantes da boa literatura não vão querer perder..
Segue o link do comentário que a Nélida Capela publicou em seu blog:
http://lectorinfabula.blogspot.com/2009/05/acontece-em-santa-teresa-rj-flist-2009.html
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C_MPL_TE, novo álbum do Móveis Coloniais de Acaju está na rede
Agora é pra valer! Hoje, a Trama disponibiliza seu quinto Álbum Virtual. Com o patrocínio da Volkswagen, esse é o segundo trabalho em estúdio dos brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju.
Baixe o seu aqui: http://albumvirtual.trama.com.br
Você pode copiar livremente, o conteúdo disponibilizado pelo Álbum Virtual Trama não possui proteção DRM. Você pode deixar o arquivo no computador, colocar em um CD, no pen-drive ou em outras mídias. O pacote para download traz uma série de facilidades para quem quiser transferir os arquivos direto para o iPod ou iTunes.
Um pouco mais de Móveis
Em 1998, a banda Móveis Coloniais de Acaju surgiu com ideais que se confundiam aos de outras bandas. Um grupo de jovens amigos que buscavam uma sonoridade singular, diversão e, quem sabe, o sucesso. Mal sabiam, naquele momento, que estavam a iniciar um dos mais ambiciosos e interessantes projetos musicais que o Brasil abrigaria.
Logo no início, adotaram o grandioso nome Móveis Coloniais de Acaju. Era sonoro, diferente e ainda permitiu que se homenageasse a obscura “Revolta do Acaju” - episódio histórico acontecido na Ilha do Bananal. Também no início, a ideia era ter diferentes instrumentos - gaita, trompete, escaleta, flauta, além de guitarra, bateria e baixo. Ao nome extenso e à formação esquisita, a incansável vontade de tocar e se apresentar ao vivo completavam a essência do Móveis.
A banda, composta por nove integrantes, não pára. Eles agitam Brasília com edições anuais do festival Móveis Convida, que já faz parte do calendário anual de eventos da cidade.
A última parada da trupe antes do estúdio foi o Pukkelpop Festival, um dos maiores festivais de música do mundo, realizado em agosto de 2007, na Bélgica. Lá, dividiram palco com bandas como Metallica e The Killers e seguiram em turnê pela Suíça, Alemanha e República Tcheca.
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“Amigos: bloguei.
Pois é, depois de um tempo afastado do jornalismo, retorno, ainda timidamente, ao ofício. É um blog sobre cultura pop de um modo geral, com ênfase na música, é claro (vocês me conhecem e sabem que não seria diferente). Não ficarei mandando imeios pra ninguém avisando: “olha lá, tem post novo”, porque acho isso uma inconveniência sem tamanho. Mas gostaria de receber visitas frequentes de vocês. Então, me favorita aí no browser e não tocamos mais neste assunto. : )
Já coloquei alguns posts: uma entrevista com o grafiteiro Gustavo Pandolfo, da dupla osgemeos; uma matéria sobre os 30 anos do disco de estréia do The Specials e da 2ª geração do ska, da era Two Tones; um texto sobre o novo disco da Luísa Mandou um Beijo e notas sobre Moby, Prince, Billy Corgan, Andy Warhol, David Lynch etc. Além de alguns links para downloads de músicas.
Enfim, é isso. Apareçam.
Um abraço,
André Mansur
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MAIS UMA EDIÇÃO DA FESTA YELLOW SUBMARINE NO CINE GLÓRIA.
08/05 SEXTA
Nada como começar o fim de semana tendo uma festa onde você escuta entre outras coisas:
Chico Buarque | Beatles | Los Hermanos | Rolling Stones | Mutantes | Caetano Veloso| Lenine | Moska | Led Zeppelin | Raul Seixas| Zeca Baleiro | Gram | Cazuza | Jorge Ben Jor | Elis | Paralamas | Elvis | Tom Jobim…
Tudo na mais perfeita harmonia.
DJs: Junior du’ Jorge, Cícero Lins e Djögo
Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não enganam não…
Classic Rock e Música Brasileira você só encontra na Yellow Submarine.
Pessoas com o nome nesta lista amiga pagam:
R$ 10 até 00h03min /// R$ 12 entre 00h03min e 01h03min
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FESTA COLLEGE + TETO PRETO
Convidada pela College Rock, a Teto Preto estará presente no segundo andar do Cine Lapa no próximo sábado, 09/05, dando início à College Twice Party (edições com Festas convidadas), numa noite com várias atrações, como show, filme, promoções e boa música.
Residentes: Eduardo Mulder + Renato JX
Pista 1: Especial Brit Pop com os Djs convidados Trovão e Vanilla
Pista 2 (00:00h): TETO PRETO!
Djs I.S.A. e Djogo + convidados
Shots de cachaça grátis - dose dupla de Caipidrinks (até 00:00) - Combo de Cervejas a noite toda!!!
R$ 10 - Flyer ou Lista Amiga até 01h (depois, R$12)
R$ 15 - Normal
(com ingresso do Oasis, R$10 a noite toda!!!)
09 de maio- 22h- Cine Lapa ( Men de Sá, 23, Lapa)
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RESENHA: OASIS, What a Fucking Show!
Citibank Hall, Rio de Janeiro
Quinta-feira, 7 de Maio, 2009
What a fucking show, exclama Liam Gallagher logo após o acorde final de Rock’n’Roll Star. Tira-me as palavras da boca. Até esse instante, momentos inesquecíveis não param de acontecer: All Day and All of the Night ecoando no auditório lotado; versão ao vivo de Helter Skelter de cortar a respiração; entrada a la Shea Stadium dos “deuses de Manchester”. Confusos? Calma. As palavras saem-me sem nexo. Ainda estou aturdido por tão sublime Shock of the Lightning.
Descodifico: o referido clássico dos Kinks fez parte da “trilha sonora” debitada pelo PA antes do show, entre outras preciosidades de Beatles, Small Faces, ou Action; a demolidora Helter Skelter, antecedida por I Saw Her Standing There, finalizou o enérgico show de abertura dos mod-punk-rockers de Porto Alegre, Cachorro Grande (com a participação do Skank Samuel Rosa); a histérica recepção aos Oasis lembrou a Beatlemania. Entendidos agora?
Depois, de Rock’n’Roll Star a I Am the Walrus, senti-me rejuvenescido por uma plateia 95% adolescente, entoando, de goelas abertas, as letras de todas as canções. Vá lá, a maioria das canções. Inacreditável! 15 anos passados, Oasis volta a acontecer. Outra vez. Segunda geração conquistada. E se não é surpreendente que a multidão abafe a banda em Wonderwall, Lyla ou Don’t Look Back In Anger, o mesmo não se pode dizer quando o fenómeno repete-se em Masterplan ou The Importance of Being Idle…
Os fãs entregam a alma e a banda responde da mesma moeda. Competência musical, coesão sonora, subtis arranjos psicadélicos, solos transcendentes de Gem, carisma e pujança de Liam, acentuações precisas de Andy, super forma vocal de Noel. E o milagre das canções. De grandes melodias. Momentos altos da noite? Todos! Vá lá, quase todos. Especialmente, Cigarettes and Alcohol, Masterplan, Morning Glory, I’m Outta Time, Shock of the Lightning, Supersonic, Fallin’ Down… e quando Liam se cobre com a bandeira do Brasil no final de I Am the Walrus, já me falta energia para uma nova apoteose.
Na actual desertificação do genuíno e primitivo Rock’n’Roll, os Oasis fazem jus ao seu nome. Nunca se comprometeram com nada nem ninguém. Apenas colhem o que semearam com suor, arrogância e talento. Li algures e subscrevo: se fosse vivo, John Lennon ficaria orgulhoso.
Pedro de Freitas Branco
(frontman da banda autoral White e da banda tributo Like a Rolling Stones)











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